Porquê limpar com drone
O drone pulveriza e escova a partir do ar. Sem andaimes para montar, sem plataforma para alugar, ninguém anda no telhado. Um trabalho que começava com um dia de instalação resolve-se em poucas horas, e o risco de queda desaparece porque ninguém sobe.
O que um drone limpa
- Telhados: remoção de musgo e depois tratamento hidrófugo que atrasa o regresso
- Caleiras: aspiração até cerca de doze metros, sem desmontar
- Fachadas e vidros: água pura sob pressão, muitas vezes sem detergente
- Painéis solares: a sujidade custa rendimento e nota-se na produção
Como decorre uma intervenção
- Reconhecimento: estado do suporte, acesso, vento do dia, pontos frágeis
- Proteção da envolvente: vegetação, terraço, veículos
- Tratamento: pulverização ou escovagem, em passagens regulares
- Controlo: fotografias antes e depois, e o estado das zonas difíceis
O que determina o preço
A área, a altura e o acesso, o grau de sujidade, o produto aplicado e a deslocação. Não existe tarifa nacional: dois telhados da mesma área não são faturados da mesma forma se a inclinação e o estado diferirem. Peça vários orçamentos e compare o que incluem — tratamento hidrófugo, proteção da envolvente e caleiras nem sempre entram no valor.
O que o drone não substitui
Limpa, não repara. Uma telha partida, uma caleira solta ou uma estrutura a refazer continuam a exigir uma intervenção clássica. Vento persistente adia o trabalho. E sujidade muito antiga pode exigir também uma passagem manual. Quem promete o contrário promete demasiado.
Regulamentação e certificações
O voo sobre uma propriedade e perto de terceiros segue as regras europeias sobre drones. A aplicação de produtos biocidas — um tratamento antimusgo é um deles — depende de uma certificação própria, o Certibiocide em França. Na Waypoint360, a ficha de um operador mostra as certificações que declara: é o primeiro ponto a verificar antes de lhe confiar um telhado.