Glossário
Glossário do drone profissional
As siglas que se encontram sem ousar perguntar o que significam. Um termo por página, a definição primeiro.
- AlphaTangoO que é o AlphaTango? Registo de operador, declarações de voo e DGAC — e como o Waypoint360 evita a dupla introdução.
- BVLOSO que significa BVLOS, porque é tão regulado e o que é preciso para lá chegar.
- CERFA 15476Para que serve o CERFA 15476, quando é exigido e porque preenchê-lo à mão é tão penoso.
- FotogrametriaO que é a fotogrametria, o que produz e o que decide realmente a sua exatidão.
- GSDO que é o GSD, como se calcula e porque decide a altura de voo.
- LiDARO que é o LiDAR, em que difere da fotogrametria e quando se torna necessário.
- MANEXO que é um MANEX, o que deve conter e o que o torna penoso de manter atualizado.
- MTOMO que a MTOM abrange, porque não é o peso nu do drone e que limiares desencadeia.
- NOTAMO que é um NOTAM, porque um mapa de zonas nunca chega e onde o consultar antes de voar.
- OrtofotoO que é uma ortofoto, em que difere de uma foto aérea e para que serve.
- SORAO que é a SORA, o que exige e porque decide o que lhe é permitido voar.
- UASO que significa UAS, porque não é sinónimo de «drone» e o que implica para um operador.
- VLOSO que significa VLOS, o que a regra exige realmente e quando se sai dela sem dar por isso.